terça-feira, 5 de setembro de 2017

Creche para Idosos


Redação 4 – Você é o(a) responsável pela organização de atividades recreativas (internas e externas) numa creche para idosos da sua cidade. Envie um relatório para o diretor da sua instituição, informando-o sobre a programação do próximo ano, justificando cada iniciativa proposta.  

Sozinhos.com


Redação 3 – Você é uma pessoa que está ficando para “titio ou titia”, segundo a sociedade mais conservadora, além de não ter a menor vontade de ter filhos (no máximo, um bichinho de estimação). Defenda a sua postura no Blog Sozinhos.com e estimule os seus amigos solteirões a fazerem o mesmo. 

Turismo Brasileiro


Redação 2 – Você está pensando em viajar para o Brasil nas próximas férias, mas ainda não sabe para onde ir nem se irá sozinho ou acompanhado. Escreva para um(a) amigo(a) pedindo-lhe uma mãozinha sobre o tema e comentando-lhe os lugares que mais te chamaram a atenção sobre o turismo brasileiro. Dê-lhe o maior número possível de detalhes, para que o seu amigo possa ajudá-lo no seu dilema e convide-o para viajar com você.

Turismo de Inclusão

Redação 1 – Você é o dono de uma agência de viagens que, após ter lido o texto Turismo de Inclusão (abaixo), decidiu promover atividades de aventura destinadas a pessoas com deficiência física. A fim de divulgar tais programas, elabore o texto que será publicado numa revista especializada em turismo, descrevendo os serviços de apoio oferecidos pela sua agência aos deficientes físicos e estimulando esse público a dar um rolê pelo Brasil.

Turismo de Inclusão

Agências investem em viagens para deficientes físicos que incluem rafting e rapel e até guias preparados para carregá-los no colo 
Fonte: Revista ISTOÉ    



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DESBRAVADORES: Shimosakai em canoa em Itacaré (BA), e Adriana, carregada de liteira, na Chapada Diamantina (BA)

Ricardo Shimosakai sempre foi do tipo que adorava fazer as malas e se aventurar pelo mundo. Mas, aos 24 anos, sofreu um sequestro-relâmpago, levou um tiro e ficou paraplégico. Preso numa cadeira de rodas, encontrou forças para superar as suas limitações físicas exatamente no prazer de viajar. Hoje, quase 20 anos depois da tragédia, é o nome brasileiro à frente de um movimento internacional para a inclusão de deficientes físicos no turismo. Cada vez mais, governos, organizações não governamentais e órgãos do setor se preocupam em tornar hotéis, restaurantes, meios de transporte, guias locais e cidades inteiras mais bem preparados para receber esse público.
Shimosakai é o diretor da Turismo Adaptado, uma empresa que monta e vende pacotes de viagem para deficientes, que vão desde passeios convencionais até experiências de ecoturismo e esportes de aventura, além de oferecer consultoria e treinamento para profissionais da área. “Ao montar as minhas viagens, depois de ser recusado numa agência convencional por causa da minha deficiência, notei um interesse de pessoas nessa situação, e percebi que isso poderia ser uma oportunidade de trabalho”, diz o empresário, que desde o acidente já visitou dez países e se aventurou em atividades como salto de paraquedas, rafting e rapel.
Parte dos deficientes não quer apenas conhecer destinos convencionais com hospedagem, transporte e atrações preparados para recebê-los. Desejam também alcançar lugares de difícil acesso e pouca infraestrutura, até mesmo para quem possui plenos movimentos corporais. Isso quer dizer que, além de visitar cidades como Paris, Londres e Nova York – as mais adaptadas do mundo –, a ideia é que este viajante possa conhecer lugares mais selvagens, como Fernando de Noronha, no Brasil, ou sítios arqueológicos, como Machu Picchu, no Peru. Entusiastas do movimento do turismo adaptado explicam que não sonham com rampas de acesso em trilhas selvagens ou patrimônios da humanidade, mas desejam melhores condições para alcançar esses locais. “Não podemos descaracterizar a região, ainda mais quando é um destino ecoturístico”, diz Adriana Braun, 34 anos, cadeirante desde os 15, autora do guia virtual para deficientes físicos “O Viajante Especial”, que agora começa a organizar viagens para o público.
Quando trabalhava numa agência de ecoturismo, Adriana treinou guias para lidar com os cadeirantes. “Muitas vezes, o deficiente precisa ser carregado porque não há como a cadeira de rodas passar”, diz ela, que já foi levada no colo, de cavalinho e de liteira. “É importante que guias locais estejam treinados para transferi-lo de sua cadeira para barcos ou canoas, ou para transportá-lo num terreno cheio de obstáculos.” Shimosakai e Adriana chegaram a locais como Machu Picchu e Chapada Diamantina (BA), respectivamente, com ajuda humana, por exemplo. “Pode-se dizer que, no ecoturismo, o homem tem de se adaptar ao meio, inclusive a pessoa com deficiência”, diz o empresário. A adaptação também é necessária na prática de esportes radicais. Ao saltar de paraquedas, por exemplo, Shimosakai precisou que suas pernas fossem amarradas para evitar distensões musculares. São pequenos ajustes que tornam sonhos realidade.
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terça-feira, 29 de novembro de 2016

Dê uma chega 'pra lá no estresse!


Você tem um blog com dicas cotidianas de bem-estar para os seus seguidores. Baseando-se na sua própria experiência, faça uma postagem com sugestões simples para quem pretende conseguir se relaxar, otimizar o tempo e deixar o estresse (profissional e pessoal) de lado. Seja criativo e convincente! 

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

NOVOCINE 2016


Como cinéfilo de carteirinha, você tem um blog em que posta críticas cinematográficas sobre os filmes que habitualmente vê. Assim, elabore um texto comentando a sua experiência no NOVOCINE 2016 e incentive (ou não) os seus leitores a participarem do próximo evento.