quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Sua carreira


Redação 2 – Sua carreira - Você escreve a coluna Sua carreira numa revista da área de negócios. Após ter ouvido a entrevista com Vicky Bloch, escreva um artigo de opinião para a sua coluna, discutindo o uso das redes sociais e defendendo (ou não) o ponto de vista apresentado por Vicky (Celpe-Bras - adaptação).


sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Dia do Abraço


Você trabalha numa empresa publicitária que foi contratada pelo Ministério da Saúde para fazer a próxima campanha do Dia do Abraço que circulará em todas as redes sociais. Tente convencer os internautas sobre a importância e os benefícios desse gesto de carinho no seu dia a dia.


Cara-metade nas redes sociais


Você tem um(a) amigo(a) solteirão/solteirona que está em busca da sua cara-metade há muito tempo, mas não tem tido muita sorte através do método tradicional (presencial). Por isso, você resolveu ajudá-lo(a) a criar um perfil numa rede social famosa pelos encontros bem-sucedidos. 

Ajude-o(a) a encontrar a sua alma gêmea elaborando uma descrição completa da sua pessoa e do que deseja encontrar no(a) seu/sua parceiro(a): nome (ou apelido), idade, nacionalidade, profissão, residência, condição econômica, atividades de lazer, opinião sobre um determinado tema, expectativas de relacionamento e as suas preferências sobre a pessoa que pretende encontrar.


Comentários sobre "a Internet e o cérebro"



Comente uma das seguintes passagens do vídeo "Internet e o cérebro":
  1. A produção acadêmica se tornou uma colcha de retalhos, e as pesquisas são cada vez mais rasantes.
  2. Os usuários da Internet ficam "ciscando" o tempo todo e não se concentram em nada.
  3. As tecnologias de comunicação nos conduzem à incomunicação.
  4. A solidão humana crescerá na proporção exata dos avanços dos meios de comunicação.
  5. Estamos obesos de informação e famintos de sentido.
BLOG (estrutura)
  • TÍTULO (o tema a ser tratado)
  • SAUDAÇÃO (destinatário - opcional)
  • INTRODUÇÃO
  • DESENVOLVIMENTO (1 a 2 parágrafos)
  • CONCLUSÃO
  • DESPEDIDA (opcional)
  • ASSINATURA (se for um blogue alheio, é claro!)
      


E-mail a um amigo viciado em tecnologia

Você tem um amigo viciado em tecnologia que assistiu ao programa do Jornal Nacional sobre a colônia de férias e te enviou um WhatsApp desesperado pedindo ajuda sobre o tema. Ele passa o tempo todo checando o celular, acampa na frente das lojas de informática para ser o primeiro em comprar os últimos lançamentos, foi mandado embora do seu último emprego por mexer no computador o tempo todo e já não sabe o que fazer para se despregar dos aparelhos eletrônicos. Escreva-lhe um e-mail dando-lhe a sua opinião e uma mãozinha para tirá-lo desse círculo vicioso.

E-MAIL (estrutura)
  • DATA (opcional)
  • SAUDAÇÃO (destinatário)
  • INTRODUÇÃO 
  • DESENVOLVIMENTO (1 a 2 parágrafos)
  • DESPEDIDA
  • ASSINATURA

Estão falando mal de você no Facebook

As redes sociais levam as fofocas e os vexames do trabalho para o ambiente público. Uma em cada três pessoas já foi vítimas da agressão virtual. Como lidar com ela? 

Por Camila Guimarães, Rafael Barifouse e Thais Lazzer


O assédio moral virtual é a evolução das piadas ofensivas de colegas e chefes abusivos que sempre existiram. Fazer fofoca e futricas é tão antigo quanto a humanidade. As habilidades de falar mal dos outros e criar situações humilhantes dentro do ambiente de trabalho apareceram já nas pequenas oficinas da Idade Média. No mundo moderno, tais atos ganharam um nome (assédio moral) e passaram a ser punidos na Justiça. Agora, as conversas maldosas deixaram a salinha do café, os corredores escuros e ganharam visibilidade: estão na internet – onde todo mundo pode ver. 

O que não está mais tão claro são os limites entre o público e o privado. Nos e-mails com cópias, aumentaram as chances de uma bronca desmedida da chefia virar um enorme vexame. Nas redes sociais, comentários sobre colegas do trabalho, sobre crises com o chefe ou subordinados, antes restritos às quatro paredes, são compartilhados descontroladamente. 

Cerca de 90% dos processos trabalhistas são movidos por assédio ou dano moral no Brasil. Não dá para saber quantos, entre eles, envolvem meios digitais, já que legalmente o assédio tradicional e o moral são tratados da mesma forma. Uma pesquisa feita com exclusividade para ÉPOCA, pela AVG, empresa mundial de segurança na internet, dá uma ideia do tamanho do problema. Foram ouvidos 500 funcionários de pequenas, médias e grandes empresas brasileiras. Os resultados são surpreendentes. Uma em cada três pessoas afirma ter sofrido algum tipo de ataque ofensivo por e-mail, mensagem de texto ou por redes sociais, seja do chefe ou de colegas. Cerca de 40% dos entrevistados já souberam de rumores e fofocas sobre eles mesmos que circulavam por e-mail ou outras formas de comunicação digital. Os números brasileiros são altos. A mesma pesquisa foi feita em nove países da Europa e nos Estados Unidos. No total, apenas 8% dos 4 mil entrevistados foram alvo de rumores e fofocas pela web. E 9% foram insultados por algum meio de comunicação digital. 

“Os resultados da pesquisa mostram que as empresas precisam adotar, com urgência, políticas e regras claras de uso das redes sociais”, diz Tony Anscombe, executivo da AVG responsável pela pesquisa. Quase 87% dos entrevistados brasileiros não sabem se a empresa em que trabalham tem uma política de conduta para esses casos ou afirmam que não tem. “Ninguém sabe direito ainda como lidar com isso”, afirma Sônia Mascaro, advogada trabalhista de São Paulo. 

A confusão começa com o próprio conceito de assédio moral virtual. Embora seja uma nova modalidade de assédio, a definição legal é a mesma: atos feitos de forma sistemática que humilham, constrangem, ridicularizam ou causam dano à honra e à imagem de alguém. Além do assédio praticado por chefias, as agressões podem acontecer entre colegas ou partir de um grupo deles contra uma pessoa só. Pode até partir de subordinados contra superiores. A mudança trazida pelos meios digitais são duas: os casos ficaram mais públicos e a extensão do estrago é maior para todos os envolvidos. “A evolução da tecnologia só piora o que já estava ruim: as relações de trabalho, deterioradas pela pressão da competitividade e da busca por melhores resultados”, afirma a advogada Sônia.
(Fonte: Revista ÉPOCA)